terça-feira, 5 de junho de 2018

Monarquia e catolicismo

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“A hereditariedade monárquica é o princípio mais perfeito de governo que a experiência dos séculos nos ensinou. São seus atributos permanentes a unidade, a estabilidade, a constância, a transmissão pacífica e regular dos poderes, a garantia da ordem, o progresso incessante das ideias e dos costumes sob a guarda de uma força que não muda nunca e que à Pátria empresta figura humana. Não se trata de copiar as antigas instituições, apenas é preciso completá-las e aperfeiçoá-las. Aquele que sabe recordar é sempre também o que melhor prevê.” [1]

 “A causa da Igreja e a causa de Portugal confundem-se. Um inimigo da Igreja é um inimigo de Portugal.”

“Se os reis fizeram a Patria, os bispos e o clero foram os seus primeiros cooperadores. Está historicamente demonstrado que o que tornou Portugal forte e grande foi a união estreita da Igreja com a Monarquia.”[2]

citado por Gonçalo Sampaio e Mello, in  Luís de Almeida Braga ou o elogio da derrota, de BRAGA, Luís de Almeida, Paixão e Graça da Terra [1], O Culto da Tradição (1916). 

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