terça-feira, 23 de junho de 2015

Vive la race de nos Rois


De regresso a outras civilizações. Por vezes o espírito tem de procurar algo de maior, num mundo que já não tem muito sentido (dominado pela baixa cultura, pela política alimentada a miragens de megalomania burguesa e tosca), aliás, parece que a saciedade perde cada vez mais a realidade da existência colectiva, onde a raça dos nossos reis já não tem muito de apelativo ao comum dos mortais. Alternativas precisam-se? Pois restaure-se a grandeza, restaure-se a monarquia. Antes do ódio invadir as ruas, antes da barbárie assolar o poder, antes dos demagogos e dos pequenos tiranos, antes das guilhotinas e assaltos aos palácios pelos invejosos da burguesia e pela cobiça dos banqueiros (a plutocracia, a grande inimiga). Naquele tempo, quando a Europa aspirava a senhora do mundo e os reis coroavam a glória de nações orgulhosas. Viva a raça dos nossos reis. 


 Vive la race de nos Rois,
C'est la source de notre gloire.
Puissent leurs Régnes et leurs loix,
Durer autant que leur mémoire.
Que leur nom soit à jamais
Le signal de la victoire,
Que leur nom soit à jamais
Le présage de la paix.


Jean-Philippe Rameau (1683 - 1764)

Acante et Céphise, ou La sympathie (19.11.1751) 
Rec. 23.11.1983

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