segunda-feira, 10 de abril de 2017

Gloria, laus et honor tibi sit, Rex Christe Redemptor




Música do Domingo de Ramos: Gloria, laus et honor tibi sit, Rex Christe Redemptor, celebrando a entrada de Cristo em Jerusalém para consumar o seu mistério pascal, recebido por turbas de povo entre ramos frondentes e aclamações de hossana ao filho de David. Simbolicamente, os ramos de árvores transportados ao longo dos sete dias invocavam a lembrança das choupanas, que seus país fizeram no deserto, uma observação trazida à luz no sermão de 1572 proferido pelo sábio Diogo Paiva d'Andrade. Neste dia consumado fica o triunfo de Cristo. 
O cântico é entoado depois da procissão, assinalando a entrada no templo. No costume litúrgico antigo, aliás atribuído a Teodulpho, Abade Floriascense, por volta do século 9, o coro, ou assembleia, respondiam do lado de fora da igreja o refrão: Gloria, laus et honor, dirigindo-se ao grupo de cantores que se encontravam sozinhos dentro da igreja. No final do hino as portas da igreja abriam-se e todos entravam entoando o cântico "Ingrediente Domino" ("entrando o senhor na cidade santa"...). E seguidamente celebrava-se a missa.

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