terça-feira, 25 de outubro de 2016

celebrar o quê?

 Comunicado da Causa Tradicionalista:
"ANTÓNIO GUTERRES, FUTURO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU: NADA PARA CELEBRAR. 
A Causa Tradicionalista não partilha do júbilo e satisfação com que o falso patriotismo de alguns acolheu a eleição de um português para o cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A ONU não tem outro propósito que o de prover uma falsa legitimação colectiva às decisões diplomáticas e bélicas do clube dos países vencedores de uma guerra mundial em que Portugal nem sequer participou. Tal legitimação não é possível, nem à luz dos princípios que os seus membros - a república portuguesa incluída - declaram acordar como os seus fundamentos políticos; princípios esses que são inaceitáveis para qualquer tradicionalista português, à luz da origem cristã que defendemos para toda a legitimidade. Por essa razão e, como não poderia deixar de ser, raramente existe acordo para que resoluções do Conselho de Segurança da O.N.U. sejam tomadas e ainda mais raramente acontece que estas tenham justa causa e efectiva consequência. Na Causa Tradicionalista não esquecemos também que Portugal foi, durante quase duas décadas, ostracizado na O.N.U. pela sua política ultramarina; a mesma O.N.U. que hoje se mobiliza, na pessoa do seu enviado Staffan de Mistura, para proteger a Al-Qaeda na Síria (Jabhat Fateh al-Sham, antes Jabhat al-Nusra). Por seu lado, a escolha do Eng.º António Guterres também não dá motivos para alegria: conhecido por "deixar o país de tanga" - trapo que os seus sucessores se encarregariam de remover - aceitou liderar um partido político que promoveu a proposta de lei de despenalização do aborto de 1998, apesar de se dizer católico e supostamente ter votado contra no referendo com o qual lavou as mãos do sangue dos inocentes.
Em resumo: a O.N.U. e o Eng. António Guterres equivalem-se e merecem-se, assim como os portugueses que se congratulam com esta eleição. Os outros portugueses, conscientes de que o melhor interesse de Portugal só o pode ser em harmonia com a sua missão histórica e com a sua tradição política, esses devem apoiar a Causa Tradicionalista e a ela afiliar-se como associados." 
Luís Andrade Dos Santos

Sem comentários:

Enviar um comentário